vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.

MoTW#6

17.2.10
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MoTW#5

12.2.10
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MoTW#4

1.1.10
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MoTW#3

9.6.09
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MoTW#2

2.6.09
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Mais por ali do que por aqui

20.4.09
Ao 455º post, anunciou a recente mudança para http://www.jornalices.com/, numa fusão do actual espaço com um outro com o mesmo nome (jornalices). Nem sempre estarei por lá (às vezes por aqui). Logo se vê. Falamos depois...
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Ser(-se) avesso à mudança

26.3.09
É lugar comum dizer que os “portugueses são avessos a mudanças.” Eu, português me confesso. Ontem, tive a oportunidade de assistir à sessão “Comunicação em Tempo de Crise”, inserida na unidade curricular de Seminário, dos cursos de Marketing e Gestão de Empresas (ESTG-IPLeiria), e cujo orador foi João Duarte (youngnetwork). Foi uma hora e picos muito interessante, sobretudo quando o tema é delicado e os interlocutores, a começar pelo orador, são optimistas. Muito poderia dizer, mas registei a frase:

«É mais fácil comunicar em tempo de crise. Há menos ruído porque há mais pessoas/empresas a meterem a cabeça na areia.»

Ou ainda:

«Quando todos forem ambiciosos, tenha medo. Quando todos tiverem medo, seja ambicioso.»

Tudo para dizer que há momentos na vida em que é preciso um misto de prudência e audácia. Ou citando o evangelista Mateus (10, 16): “sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas.”

Neste contexto, alguém – que não eu – considerou que há percursos de vida que merecem ser partilhados. Talvez pense(m) que são úteis para a sociedade.

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Informação é…

25.3.09
Fantástico o vídeo que segue, visto, pela primeira vez, há umas semanas atrás. Hoje, voltei a olhar para ele. Como ouvi recentemente um jornalista dizer, “o importante é tentar ser melhor hoje, do que era à uma semana.” Uma “regra” – dizia – que se aplica em tudo na vida, mas em particular ao jornalismo.

Ensinamentos que importam (re)ouvir, para (re)aprender.

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DN(A) pouco compatível

19.3.09
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«O DN "ocupa hoje na Internet um lugar que não é compatível com o prestígio do jornal", explicou João Marcelino, acrescentando que o objectivo é "chegar ao topo" da lista de sites de notícias mais vistos.»

A curiosidade era grande e, ao que consta, também a ambição. Porém, sobre o remodelado website do diário da Controlinveste, parece-me que saem goradas as expectativas. Esperar tanto tempo para fazer “mais do mesmo” – The New York Times, The Washington Post, El País, Marca (desportivo) – não augura fidelidade por parte dos cibernautas. Para além de uma front page com excesso de informação, temos um scroll demasiado prolongado (e fico-me por aqui).

Como já pude túitar “mais do que falar bem ou mal, interessar-lhes-á que se fale. As visitas iniciais estarão garantidas. Já "fregueses" assíduos, duvido.”

Num período em que são rápidas as mutações na Internet, o novo formato do diário on-line acaba por ser tudo menos novo.
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“J” do futuro

18.3.09
Jornais e jornalistas. Os novos desafios são um tema ao qual tenho estado particularmente atento, sobretudo porque foi o que escolhi para uma tese a desenvolver no final do percurso académico. Curiosamente, muito se tem escrito sobre isso, tanto na blogosfera como na twittosfera. Na maioria, autores preocupados, mas com algum ponta de pessimismo (ou realismo?).

Acabo de ler um diferente, precisamente em sentido inverso.

«(…) acredito nos jornais e no futuro, embora os jornais tenham de oferecer excelência em tudo: impressão e grafismo, mas sobretudo nas histórias escritas e fotografadas por profissionais de excepção. Os leitores vão ao encontro de nomes, de referências, de quem possa atestar por si a qualidade impressa. O jornalismo aos jornalistas.» CARVALHO, Luiz. “Os jornaleiros arautos da desgraça” in Instante Fatal.
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Jornalismo: Novos Desafios

7.3.09
Os processos de recolha, redacção, edição e publicação da informação, sofreram várias transformações ao longo dos anos. Começou por não ser regulado, contou ainda com a censura e actualmente também o jornalismo sofre as consequências da crise económica. Os despedimentos colectivos, por um lado, e a evolução das ferramentas comunicativas, como a Internet, por outro, levam a que actualmente, mais do que nunca, se questione: Quem?, Como?, Para quem? e Para quê? se forma.

Este primeiro parágrafo é um ponto de partida para um trabalho de investigação que estou a desenvolver, no âmbito de uma das unidades curriculares do último ano de Comunicação Social e Educação Multimédia. Por conseguinte, todos os contributos são bem-vindos, sejam de jornalistas, de docentes ou de estudantes (pedro.jeronimo[at]iol.pt).
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Gestão de crise

5.3.09
Hoje o Público está de parabéns. São 19 anos de diário. Foi precisamente numa leitura pelas suas páginas, que me detive sobre dois acontecimentos que me têm provocado reflexão e que convergem para um mesmo problema: crise (aqui vamos nós outra vez).

Primeiro: “Jogadores do Estrela têm seis meses de vencimentos em atraso e acusam direcção de não cumprir as promessas que têm vindo a ser feitas.” Impressionante este grupo. Há tanto tempo sem receber e ainda cometem a proeza de chegar às meias-finais da Taça de Portugal (a disputar com o Porto)! Se fosse um ou dois meses, ainda tolerava o facto de ser uma actividade, profissional, onde se ganha muito. Não é (este) o caso.

“Os jogadores questionam ainda por onde anda o dinheiro referente à passagem às meias-finais da Taça de Portugal e que o próprio presidente designou por Euromilhões. Pelo meio, acusam ainda os responsáveis do clube da Amadora de procurarem desresponsabilizar-se, atribuindo sistematicamente a terceiros a culpa pela situação actual.” Apesar do sucedido, os profissionais continuam a ser isso mesmo. Se são produtivos e cumprem com a sua função, não caberá a outros a responsabilidade do actual estado do clube? Terão que continuar a ser eles a sofrer com as consequências de alegada má gestão?

Segundo: “Sindicato acusa a “má gestão” das empresas e promete lutar contra a criação de uma equipa única de fotógrafos para os diferentes jornais.” A crise agora é desculpa para tudo. Até para despedimentos colectivos. Estão na ordem do dia. Quem também se tem visto envolvido neste fenómeno, são os “fazedores de notícias” (no sentido de artesãos, modeladores de uma matéria-prima, que são os acontecimentos).

Mais uma vez, paga o elo mais fraco. Outro sector que não se percebe. As empresas/grupos estão em dificuldades, mas quem as provocou (ou não as soube gerir correctamente)? Os jornalistas, cujo trabalho é recolher e tratar notícias? Aqueles que vivem em situações precárias? Que perderam alguns apoios sociais e que por vezes até são agredidos no desempenho da sua profissão? Ou não deverão ser (mais uma vez) os gestores e/ou administradores a responder em primeiro lugar?

“Reformado do JN há oito anos, César Príncipe [jornalista] acusou a Controlinveste de estar a atirar para os ombros dos trabalhadores os custos da má gestão. “O JN foi desde a década de sessenta um projecto vencedor. Se agora se tornou no segundo [o Correio da Manhã lidera] a culpa não é dos trabalhadores, mas dos responsáveis destes grupos de circunstância que assumiram as rédeas do poder e descaracterizaram o jornal””.

E já agora: os gestores e/ou administradores ganham substancialmente mais do que um comum colaborador, certo? Se calhar porque têm mais responsabilidade, certo?
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José Sócrates, o Cristo da política portuguesa*

4.3.09
Ver José Sócrates apelar à moral na política é tão convincente quanto a defesa da monogamia por parte de Cicciolina. A intervenção do secretário-geral do PS na abertura do congresso do passado fim-de-semana, onde se auto-investiu de grande paladino da "decência na nossa vida democrática", ultrapassa todos os limites da cara de pau. A sua licenciatura manhosa, os projectos duvidosos de engenharia na Guarda, o caso Freeport, o apartamento de luxo comprado a metade do preço e o também cada vez mais estranho caso Cova da Beira não fazem necessariamente do primeiro-ministro um homem culpado aos olhos da justiça. Mas convidam a um mínimo de decoro e recato em matérias de moral.

José Sócrates, no entanto, preferiu a fuga para a frente, lançando-se numa diatribe contra directores de jornais e televisões, com o argumento de que "quem escolhe é o povo porque em democracia o povo é quem mais ordena". Detenhamo- -nos um pouco na maravilha deste raciocínio: reparem como nele os planos do exercício do poder e do escrutínio desse exercício são intencionalmente confundidos pelo primeiro-ministro, como se a eleição de um governante servisse para aferir inocências e o voto fornecesse uma inabalável imunidade contra todas as suspeitas. É a tese Fátima Felgueiras e Valentim Loureiro - se o povo vota em mim, que autoridade tem a justiça e a comunicação social para andarem para aí a apontar o dedo? Sócrates escolheu bem os seus amigos.

Partindo invariavelmente da premissa de que todas as notícias negativas que são escritas sobre a sua excelentíssima pessoa não passam de uma campanha negra - feitas as contas, já vamos em cinco: licenciatura, projectos, Freeport, apartamento e Cova da Beira -, José Sócrates foi mais longe: "Não podemos consentir que a democracia se torne o terreno propício para as campanhas negras." Reparem bem: não podemos "consentir". O que pretende então ele fazer para corrigir esse terrível defeito da nossa democracia? Pôr a justiça sob a sua nobre protecção? Acomodar o procurador-geral da República nos aposentos de São Bento? Devolver Pedro Silva Pereira à redacção da TVI?

À medida que se sente mais e mais acossado, José Sócrates está a ultrapassar todos os limites. Numa coisa estamos de acordo: ele tem vergonha da democracia portuguesa por ser "terreno propício para as campanhas negras"; eu tenho vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático. Como político e como primeiro-ministro, não faltarão qualidades a José Sócrates. Como democrata, percebe-se agora porque gosta tanto de Hugo Chávez.


*João Miguel Tavares, in DN (03/03/09)
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(Foto)jornalismos do dia

2.3.09
Terminado o trabalho de investigação sobre a temática – Discurso fotojornalístico nas eleições norte-americanas: Público e Correio da Manhã –, comecei o dia com um bom trabalho:



«Parece não se distinguir do cenário de cinzas que a rodeia, esta mulher. Esta operária trabalha nesta fábrica de carvão vegetal, em Kuala Sepetang, na Malásia, a norte de Kuala Lumpur durante todo o dia. Fotografia: Zainal Abd Halim/Reuters» in Público.
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«É Preciso Saber Viver»

25.2.09
Uma (boa) dica do Show Business, para (re)começar a semana…

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Avé Mondego!

20.2.09

...os vários elementos da natureza contemplam-se: o rio que se prostra aos pés das árvores, e lhes dá de beber, enquanto estas que levantam o(a)s braço(a)s para o sol.
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O horror do vazio*

18.2.09
Depois de em Outubro ter morto o casamento gay no parlamento, José Sócrates, secretário-geral do Partido Socialista, assume-se como porta-estandarte de uma parada de costumes onde quer arregimentar todo o partido.

Almeida Santos, o presidente do PS, coloca-se ao seu lado e propõe que se discuta ao mesmo tempo a eutanásia. Duas propostas que em comum têm a ausência de vida. A união desejada por Sócrates, por muitas voltas que se lhe dê, é biologicamente estéril. A eutanásia preconizada por Almeida Santos é uma proposta de morte. No meio das ideias dos mais altos responsáveis do Partido Socialista fica o vazio absoluto, fica "a morte do sentido de tudo" dos Niilistas de Nitezsche. A discussão entre uma unidade matrimonial que não contempla a continuidade da vida e uma prática de morte, é um enunciar de vários nadas descritos entre um casamento amputado da sua consequência natural e o fim opcional da vida legalmente encomendado. Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise). Propõem a ausência de vida num lado e processos de acabar com ela noutro. Assustador, este Mundo politicamente correcto, mas vazio de existência, que o presidente e o secretário-geral do Partido Socialista querem pôr à consideração de Portugal. Um sombrio universo em que se destrói a identidade específica do único mecanismo na sociedade organizada que protege a procriação, e se institui a legalidade da destruição da vida. O resultado das duas dinâmicas, um "casamento" nunca reprodutivo e o facilitismo da morte-na-hora, é o fim absoluto que começa por negar a possibilidade de existência e acaba recusando a continuação da existência. Que soturno pesadelo este com que Almeida Santos e José Sócrates sonham onde não se nasce e se legisla para morrer. Já escrevi nesta coluna que a ampliação do casamento às uniões homossexuais é um conceito que se vai anulando à medida que se discute porque cai nas suas incongruências e paradoxos. O casamento é o mais milenar dos institutos, concebido e defendido em todas as sociedades para ter os dois géneros da espécie em presença (até Francisco Louçã na sua bucólica metáfora congressional falou do "casal" de coelhinhos como a entidade capaz de se reproduzir). E saiu-lhe isso (contrariando a retórica partidária) porque é um facto insofismável que o casamento é o mecanismo continuador das sociedades e só pode ser encarado como tal com a presença dos dois géneros da espécie. Sem isso não faz sentido. Tudo o mais pode ser devidamente contratualizado para dar todos os garantismos necessários e justos a outros tipos de uniões que não podem ser um "casamento" porque não são o "acasalamento" tão apropriadamente descrito por Louçã. E claro que há ainda o gritante oportunismo político destas opções pelo "liberalismo moral" como lhe chamou Medina Carreira no seu Dever da Verdade. São, como ele disse, a escapatória tradicional quando se constata o "fracasso político-económico" do regime. O regime que Sócrates e Almeida Santos protagonizam chegou a essa fase. Discutem a morte e a ausência da vida por serem incapazes de cuidar dos vivos.

* Mário Crespo, jornalista, in JN (16/02/09)

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Uma espécie de webTV

15.2.09
Como já aqui tinha dito, fiz uma experiência, durante os últimos dias, com o telemóvel. O resultado foi um conjunto de cinco peças, que tentaram ilustrar um pouco daquilo que foram os Ciclos de Comunicação, promovidos pelo curso de Comunicação Social e Educação Multimédia (ESECS-IPLeiria), no âmbito da unidade curricular de Seminário.

Serviu não só para adquirir alguma experiência nesta área, como também mostrar o que se pode fazer com tão pouco. Ainda ouvi alguém comentar que “olha que a escola tem câmaras!” Certo e sabido. Porém, coloca-se-me uma questão: Então se tem, porque não as rentabiliza, potenciando assim uma das áreas da Comunicação Social? A escola tem espaços, desde a sua origem, para estúdios de TV, porém, esta, nem vê-la. Tem custos? Sim, mas se não “se pode caçar com cão, caça-se com gato”. Quero dizer… aliás, já disse no início.

Tudo isto converge para uma série de outras questões: Que alunos se estão a formar? Para quê? Para quem?

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