vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.
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.try it.

27.2.08
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.fortuna.

25.2.08
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.let's rock it.

20.2.08
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.todays movies.

8.2.08
|| O Teatro-Cine de Pombal exibe hoje e amanhã, dias 8 e 9, pelas 21h30, os trabalhos premiados no Festival de Curtas-Metragens de Vila do Conde.


VITALIC - BIRDS [Prémio Vídeo Musical]
França • 2006 • MV-EXP • 03' • COL
Realização Pleix
Produção Pleix
Em velocidade extremamente lenta, um grupo de caos de raça saltam, posam e abanam as suas magníficas caudas em frente a um estranho pano de fundo dos anos 80, em néon.


NYMPH [Grande Prémio Vila do Conde]
EUA • 2007 • EXP • 03' • Betacam SP PAL • COL
Realização Ken Jacobs, Erik Nelson, Flo Jacobs
Produção Ken Jacobs
A bela do baile rodeada por pretendentes. Um poderoso filme 3-D que pode ser visto sem óculos especiais e até por um só olho.


BLUE KARMA TIGER [Prémio Animação]
Suécia • 2006 • ANI • 12' • 35 mm • COL
Realização Mia Hulterstarm, Cecilia Actis
Produção Mia Hulterstarm
Um colorido documentário em animação sobre "graffit". Os pintores de spray deixam as suas marcas em muros, túneis e comboios, mas raramente vemos a pessoa que se esconde por detrás do nome pintado. O filme dá-nos a conhecer três raparigas pintoras que nos dizem porque é que o fazem.


YAPTIK-HASSE [Prémio do Público]
Rússia · 2006 · DOC · COL · 35 mm · 31'
Realização Edgar Bartenev
Um documentário sobre o quotidiano dos Nenets, uma tribo cujo modo de vida se mantém inalterável há milhares de anos.


PLOT POINT [Prémio UIP/ Vila do Conde]
Bélgica • 2007 • EXP • 15' • Betacam SP PAL • COL
Realização Nicolas Provost
Produção Nicolas Provost
A real e muito famosa "cop land" americana com as suas sirenes de carros de polícia, fardas, ambulâncias e ruas apinhadas de gente, facilmente se transforma num cenário de cinema perfeito, pondo não só em questão os limites entre realidade e ficção, mas também os códigos da narrativa cinematográfica (a curva de tensão, o climax, o "plot point"), brincando com as nossas expectativas e deixando o mistério por desvelar.


GRAVITY [Prémio Onda Curta]
Bélgica • 2007 • EXP • 06' • Betacam SP PAL • COL BW
Realização Nicolas Provost
Produção Nicolas Provost
O mundo reconfortante da multiplicidade de imagens cinematográficas de beijos é desconstruído por um efeito estroboscópico que nos submerge no inebriante vórtice do abraço onde, como é habitual no cinema de Provost, o amor torna-se numa apaixonante batalha na qual os monstros são finalmente desmascarados.


ABRAÇO DO VENTO [Prémio Onda Curta 2004]
Portugal • 2004 • ANI • 02'34'' • Betacam SP • COL
Realização José Miguel Ribeiro
Produção Zeppelin Filmes Lda - Luís da Matta Almeida
Num Mundo onde o ferro e a terra se fundem criando cidades inesperadas, o vento sopra a vida por entre as folhas abraçando todo o devir, no ciclo eterno do renascer...


EUROPA 2007 [Melhor Filme Português 2007]
Portugal • 2007 • FIC • 19' • 35 mm • COL
Realização Pedro Caldas
Produção Pedro Caldas
A carrinha está parada junto a uma via rápida, estão agora lá dentro três mulheres e os dois homens. Esperam. Chega um carro. Saem um homem e uma mulher... Uma das mulheres da carrinha tenta fugir... é agarrada. Os dois carros partem, perdem-se na noite.


A OLHAR PARA CIMA [Melhor Filme Português 2004]
Portugal • 2003 • FIC • 15' • 35 mm • COL
Realização João Figueiras
Produção João Figueiras, O Som e a Fúria - Sandro Aguilar
Pedro observa escondido na igreja as raparigas a vestirem fatos de anjo para a procissão. Escondeu-se para que não lhe vistam aquela fatiota ridícula. Pedro deseja que a procissão não aconteça. Deseja que chova, que caia um temporal sobre a ilha. Pedro começa a acreditar que a procissão não vai acontecer.


SHSHSH - SINTONIA INCOMPLETA [Menção Honrosa 2000]
Portugal • 1999 • ANI • 03' • 35 mm • COL
Realização Mário Jorge da Silva Neves
Um televisor acorda e tenta sintonizar-se, mas sem sucesso. Quando acidentalmente passa pelo canal da metereologia localiza uma bela apresentadora. Isto, é claro, chama a sua atenção. Numa série de 'gags' hilariantes, o filme mostra-nos as suas tentativas desajeitadas para voltar à sintonia do mesmo canal. Sem sucesso, é claro...


RAPACE [Grande Prémio Cidade Vila do Conde 2006]
Portugal • 2006 • FIC • 25' • 35 mm • COL
Realização João Nicolau
Produção Luís Urbano, Sandro Aguilar - O Som e a Fúria
Cumpridas as obrigações académicas, Hugo passa os dias em casa descansando a cabeça de intermináveis leituras de autores pouco conhecidos. Dorme muito e a desoras. A sua única companhia doméstica é Luísa, a empregada, que alinha com ele em cúmplices jogos do gato e do rato. Para afugentar o sono da razão Hugo exercita a veia lírica escrevendo, com o amigo Manuel, canções sobre o bairro onde ambos habitam. O plácido diletantismo do protagonista é abalado por Catarina, uma jovem e bonita tradutora que dá os primeiros passos na vida profissional em regime freelancer. Hugo está pelo beiço, fraqueja. Lá em cima, o peneireiro peneira. Não é o único rapace capaz de fazê-lo.


ENTRETANTO [Melhor Realização; Melhor Fotografia 1999]
Portugal • 1999 • FIC • 25' • 35 mm • COL
Realização Miguel Gomes
Produção Sandro Aguilar - O Som e a Fúria
Pais e professores ausentaram-se. 'Entretanto', dois rapazes e uma rapariga formam um trio amoroso. Rui, Nuno e Rita atravessam três espaços e tempos para poderem ficar a sós: jogo de futebol, festa com piscina, praia. Equilíbrio instável, o trio está demasiado próximo do triângulo. 'Entretanto' é o tempo da suspensão. Dos gestos, da comunicação, da linguagem. A impotência resulta da falta de consciência para estruturar os sentimentos e de uma linguagem que permita comunicá-los. Só se pode conjecturar: Rui ama Rita, Nuno ou o jogo? Nuno ama Rita e está dependente de Rui? Rita, passiva dona do jogo, amará alguém? Dela, figura axial do trio, só sabemos que fecha os olhos para se refugiar numa interioridade etérea - as nuvens são a realidade, Entretanto é o intervalo que as suspende.
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. the upside down world time.

7.2.08
|| Dona Fernanda, então por aqui? Agora me lembro, ainda não lhe dei os parabéns pelo seu homem. Vi-o no concurso da televisão. Que honra! Muitos parabéns! Fiquei orgulhosa como se fosse meu!


- É verdade, dona Cátia. Estamos muito contentes. Foi muito bom, até para compensar a desgraça da minha irmã. Não sabe? Imagine que o marido dela é administrador de um banco.


- Não me diga! Que vergonha! Mas qual? Daquele criminoso, o BCP?


- Olhe nem sei bem. Mas aquilo é tudo a mesma gente. Coitada da minha irmã, anda muito ralada! Felizmente que o amante está muito bem. Era segurança num bar, mas agora conseguiu ficar dado como deficiente por causa de uma sova que levou e o subsídio é excelente.


- Ainda bem! Que sorte! Olhe, essa sorte não tenho eu. Ando muito preocupada com o meu sobrinho. Não, não é com o homossexual. Não, esse está óptimo. Foi ao estrangeiro casar com o amigo e agora até estão a pensar adoptar uma criança por lá. O que me preocupa é o outro, o Zé. Tem um restaurante, imagine. Um restaurante de luxo.


- Ai, coitado! Em que se havia de meter! E tem tido muitas queixas?


- Pois. Calcule que nem sequer usava sabão líquido nas casas de banho e os exaustores são de baixa extracção. Estou com medo que mais cedo ou mais tarde acabe na cadeia, pobrezinho!


- Compreendo, compreendo. As ralações que temos! E então o que é que a traz por cá? Eu vou agora ali à direcção da escola queixar-me. Veja lá que a minha filha me disse que lá na escola não há máquinas de distribuição de preservativos na casa de banho das raparigas. Só na dos rapazes. Não é uma vergonha?


- Um escândalo. Depois se há problemas a culpa é dos pequenos! Eu também tenho de lá ir mas, infelizmente, é derivado ao comportamento do meu Ronaldinho.


- Não me diga que ainda é por causa da gravidez?


- Não, que ideia. Isso está tudo resolvido. Eles os dois trataram a questão com muito bom senso. Nem pareciam ter 13 anos! O aborto correu muito bem e o meu rapaz até já arranjou outra namorada bastante mais velha. Não, o que me preocupa é aquele grupo com que ele anda.


- Qual? A banda de rock satânico? Oh, minha amiga não se apoquente com isso. Nós lá em casa até dissemos ao nosso rapaz para criar uma. Antes isso que andar pelos ATL da paróquia com aqueles beatos a meter patranhas na cabeças dos miúdos. Na banda é muito mais seguro e saudável. Não só é artístico, como abre horizontes e um dia, quem sabe... Olhe, não me preocuparia nada com isso.


- Não, não é isso. Nós também estamos muito satisfeitos por ele andar com a banda. É um excelente meio de educação. Ao princípio ainda me chocavam um bocado as letras das canções, a falar de suicídio e sangue, mas agora até acho graça. Rapazes são rapazes, não é? Não, é muito pior. Ele também anda metido em coisas mesmo graves com aquele outro grupo clandestino. Já ouviu falar, não? Aquele grupo de fumadores que no outro dia até apareceu no jornal por um deles fumar dentro do metro.


- Que horror! O seu filho fuma? Mas isso faz imenso mal à saúde e polui o ambiente. Então ele não pensa no aquecimento global? Esta juventude está perdida!


- Eu sei, eu sei! Tentámos tudo para o afastar do vício, mas nada. O meu marido até quis ver se o interessava em blogs pornográficos, chats neonazis e outras coisas que fossem também um bocadinho subversivas e clandestinas mas não fizessem tanto mal. Mas nada! Ele não larga o cigarro! A culpa é do meu homem e eu já lhe disse. Imagine que quando o miúdo era pequeno lhe dava pistolas e outros brinquedos de violência. Claro que tinha de ter esta consequência, não era?


- Que horror! Imagino como anda apoquentada. E nos estudos, que tal anda ele? Os meus antigamente era um castigo. Davam muitos erros de ortografia mas isso agora, com este novo programa para o insucesso escolar, deixou de criar problemas porque já não conta. E, mesmo na Matemática, o que interessa é a criatividade dos miúdos. Se os professores explicam mal que culpa têm os pequenos?


- Eu digo o mesmo. Se eles depois acabam todos no desemprego, ao menos gozem a juventude.


João César das Neves, professor universitário, in DN (04/02/08)
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