vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.

Jornais, jornalistas e as novas realidades

31.1.09

Diz que se levanta às 6h00, todos os dias. Não gosta que lhe chamem desempregado, antes, freelancer empreendedor. Há quem diga que, em Portugal, é quem mais percebe de web 2.0. Tem formação em jornalismo e as mutações nos media interessam-lhe particularmente. O Lago. Clic it.

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Quantas cabalas cabem num metro quadrado?*

27.1.09
Acho notável o tempo que em Portugal se perde a discutir o timing das notícias. Esta coisa do Freeport, estão a ver?, só existe porque estamos em ano de eleições. Apareceu em 2005. Agora aparece em 2009. Estão a ver, não estão? É mais uma cabala. Uma urdidura. Uma "campanha pessoal". É isso que José Sócrates não se tem cansado de pregar, logo secundado pelo ministro Augusto Santos Silva, que após as suas últimas intervenções merece passar a ser tratado pelo cognome de Platónico Augusto, tal é a forma como dia após dia o seu pensamento se vai confundindo com o do mestre.

Pois deixem-me que vos diga: estou-me bem nas tintas para o timing das notícias. Comove-me muito pouco que estejamos em ano de eleições. O que eu quero mesmo saber é se as notícias são verdadeiras ou se são falsas. O que eu quero é saber se o primeiro-ministro deste país esteve envolvido em trafulhices imperdoáveis. O timing? Por amor de Deus. Não sei se alguém ainda deposita tanta fé na natureza humana ao ponto de esperar que todas as denúncias sejam desinteressadas, que a vingança nunca habite o coração de quem acusa, que tudo seja sempre feito em prados primaveris e que das bocas só saiam palavras com cheiro a alfazema. Gente dessa deve andar a ver os filmes errados. Há sempre interesses, há sempre golpes baixos, há sempre punhaladas nas costas. Só que, infelizmente, é assim que se costuma chegar à verdade.

José Sócrates já escapou por entre os pingos da chuva na questão da sua licenciatura, que num país com maior amor à verdade e uma comunicação social mais agressiva poder-lhe-ia muito bem ter custado o lugar. Mas a gravidade do que agora está em causa não lhe permite assobiar para o ar e limitar-se a lançar suspeições manhosas do género "isto são só calúnias e ataques pessoais". Há, de facto, explicações a dar. O caso Freeport cheira muito mal, qualquer que seja o lado por onde se pegue. E mesmo que nesta terra seja tristemente comum o afilhado acabar assessor do padrinho e o primo do presidente da câmara fornecedor da junta de freguesia, ter familiares envolvidos em negócios onde interesses económicos se misturam com favores políticos é um passo em direcção ao abismo. Ainda que o tio e o filho do tio estejam tão ausentes de pecado como a Virgem Maria, a sua simples presença neste processo levanta questões a que Sócrates tem de responder.

O eterno retorno à tese da cabala, um tique que sobretudo os socialistas têm desenvolvido até à exaustão, passou o prazo de validade. Sócrates que puxe pela sua esburacada memória e esclareça o que tem a esclarecer de uma vez. Mais teorias da conspiração é que não, por favor.

* João Miguel Tavares, jornalista (jmtavares@dn.pt), in DN (27/01/09)

[Editado às 13h18] Já agora, também vale a pena uma leitura neste (comentários incluídos).
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Ele há profissões do catano

26.1.09
A de fotojornalista é uma delas. Com o temporal que se abateu ontem no nosso país, com alerta vermelho (o máximo da Protecção Civil) para a região centro, uns ficaram no aconchego do lar, enquanto outros estiveram a fazer pela vida.

A imagem, cedida por um desses congeladores de instantes, João Matias, é do U. Leiria x Beira-Mar (2-1).


PS: A propósito: parem de bater no ceguinho. Relevante seria que o estádio estava cheio, porque dizer o contrário, é um exemplo de uma não-notícia. Ah, e a adjectivação em textos jornalísticos é, segundo me ensinaram, de evitar.
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Onde pára a investigação?

24.1.09

O projecto era (ou será que ainda é?) este (anunciado com pompa e circunstância). Alguns “baldes” mais tarde, eis que surge a “bomba”.

Ok que a crise, a recessão e a afins, podem justificar muita coisa, porém, não posso deixar de subscrever o comentário, de há dias, de um colega: “porque não investigam [jornais da praça e não só] esta desistência, da mesma forma que se empenharam na divulgação do projecto?”

Como diria a malta da 3: “vale a pensa pensar nisto!”

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New begining

24.1.09
Ano novo. Imagem renovada. Último post com título em inglês. Mais vitaminado (ou não) e em português. Falamos depois…
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.agenda-bulding to agenda-setting.

20.1.09
|!| O tema foi levantado aqui e desenvolvido aqui. Até que chegou aos media. Porém, raros foram os títulos (este e este) onde se verificou a devida referência.


Custará assim tanto identificar as fontes? Serão estas (1 e 2) “de segunda”?
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.hard-news.

15.1.09
|§| O mercado já era difícil. Hoje, mais um reflexo. Apela-se aos espíritos criativos e persistentes.


“Cerca de 7000 jornalistas em Portugal. Para quê?!”, já dizia o Show Business.
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.crises? where?!.

14.1.09

|| 52.980,74 euros! Vamos às contas: seis vezes 2903,06 euros, mais catorze vezes 2540,17 euros, dá exactamente o resultado indicado no início. Ora, este é o bolo que uma autarquia deste nosso querido Portugal irá despender, mensalmente, em remunerações dos directores de departamento (6) e chefes de divisão (14) que pretende contratar - o ordenado mínimo nacional, para 2009, foi fixado, em Diário da República, nos 450 euros.


Tacho(s) à vista (bem, pelo menos sempre são menos 20 pessoas no desemprego)?

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.resistence.

9.1.09
|!| The End. Trabalhos entregues, defesas feitas, é tempo de recuperação. Mais de 60 horas sem pregar olho é obra (“quem corre por gosto, não cansa!”). As mazelas ainda vão demorar tempo a sarar, contudo, quando se está envolvido em algo em que se acredita, a motivação é outra (é o caso).


Terminou a primeira parte da maratona. A segunda virá com o segundo semestre. Mais uma fase a percorrer por pura carolice. Por querer deixar uma marca, a de quem pretende por a render alguns talentos que recebeu, da pouca experiência que adquiriu, colocando-os ao serviço dos outros. Simplesmente porque não apetece seguir a direcção do facilitismo, sabendo que isso implicará, mais uma vez, um esforço redobrado. Vale pela paz que atinge a alma – ainda que com uma carcaça frágil – e que faz toda a diferença.


Um bom ano para todos! Are you ready? Falamos depois…


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