vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.

.job: football player.

25.9.08
|º| Numa rápida leitura pela imprensa diária, no caso, desportiva, dei com uma notícia referente ao longo calvário do internacional português Jorge Andrade. Já é a segunda mazela que tem no joelho e que o obriga a uma paragem de meses (a actual, cerca de 12).


Segundo a notícia, o seu patrão, a Juventus, pretende despedi-lo, alegando uma lei existente em Itália, que permite a rescisão do contrato no caso de seis meses de inactividade. Ao que parece, até 2010 (término do vinculo contratual), o clube pouparia uns milhares de euros em ordenados.


Colocou-se-me de imediato a questão: um empregador despede assim um funcionário, porque considera longa a recuperação do mesmo, após um acidente de trabalho?


Não é caso novo. Conheço um, próximo e por cá, em que sucedeu tal e qual. A profissão não era a de futebolista, portanto, com uma diferença remuneratória abismal (do género, ordenado mínimo). É apenas uma gota num oceano que parece estar a encher-se de falta de protecção laboral. O(A) funcionário(a) é, cada vez mais, visto como uma máquina. Tem que produzir, caso contrário, “lixo”.
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.queen’sport.

18.9.08
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.what i’ve learned.

11.9.08

|!| A caminho dos cinco anos de jornalismo e próximo de concluir formação superior na área. São alguns anos de aprendizagem, que nunca têm fim. Exemplo disso, é a reflexão que faço, no seguimento do conteúdo deste post e a opinião que o precede.


Por vezes, há a tendência de se confundir o cidadão do profissional. No caso, a pessoa é sempre vista como jornalista: 24 horas por dia, 365 dias por ano. Este(a), está sujeito a um código deontológico, é regulado(a) e, na sua essência, o que deve reportar são factos (ponto). Contudo, enquanto cidadã(o), vive numa sociedade onde impera a liberdade de expressão. Obviamente que, cada um com a sua, está sujeito às consequências, quando esta passa do foro privado ao público.


O cidadão “A”, que por acaso até é agente da autoridade, pode não concordar com determinada regra, de trânsito, por exemplo, mas, enquanto profissional é obrigado a regular que a mesma seja aplicada. No entanto, enquanto civil, pode quebra-la… com as devidas consequências que a sociedade lhe imporá. O mesmo sucede neste caso: o cidadão expressou a sua opinião e alguns membros da sociedade censuram-no (outros não).


Concluindo, confundir a pessoa com a sua actividade profissional, é estar a pedir-lhe que seja escravo(a) da mesma. Penso eu de que.

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.where are you, robin wood.

4.9.08
|| Carlos Santos Ferreira, presidente do BCP: 48.000 euros; Manuel Luís Goucha, apresentador de televisão: 40.000 euros; João Lobo Antunes, neurologista, 35 a 40.000 euros; Ana Maria Fernandes, da EDP renováveis: 27.500 euros; Alexandra Lencastre, actriz: 10.000 euros; Cavaco Silva, Presidente da República: 7.416 euros e José Sócrates, Primeiro-ministro: 7.260 euros.


Estas são, segundo a revista Sábado, as remunerações mensais de algumas das figuras públicas do nosso querido Portugal (não falo nos reformados famosos, porque não me apetece digitar mais zeros). E quem paga o ordenado deste senhores? O contribuinte, está claro, seja ele rico ou pobre.


Como ouvia há dias alguém dizer: “por este andar, Portugal começa a assemelhar-se ao Brasil, onde não existe classe média!” Sinceramente, envergonho-me, enquanto português, ao ver figuras, com todo o respeito, como um apresentador de televisão, que ganha quase seis vezes mais que o Presidente da República e uma, entre muitas, actriz que leva para casa, ao fim do mês, bem mais que o Primeiro-ministro!


Caro Sócrates, da próxima vez que pensar em pedir aos portugueses que apertem o cinto, faça o seguinte: chame à Assembleia da República alguns cidadãos portugueses, cuja actividade profissional seja apresentador(a) de televisão ou actor/actriz, por exemplo. Acho que assim resolve, rapidamente, parte substancial dos desníveis de Portugal. Obrigado.
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.the front man.

2.9.08


|#| Fez-se à estrada, em 2002, numa Weelchair. Eram os primeiros metros. A rebeldia dos Nirvana, a melodia dos Pearl Jam e a melancolia de Jeff Buckley, foram o mote para dois anos de viagem. Em 2004, foi a vez de trocar de veículo, este, mais amigo de ambiente. Os covers foram a chave na ignição de um motor que, a cada metro de estrada, se foi tornando mais exigente. Rapidamente passaram aos originais e, em 2007, o lançamento do EP “Question Mark” marca o desvio dos Kyoto para a auto-estrada, na qual permanecem. Ao volante, as mesmas mãos, cada vez mais seguras. Já em 2008, e em simultâneo, os Ti Maria são o pretexto para juntar família e amigo(s) de longa data, num veiculo movido a um combustível mais eléctrico.


Nuno, Jerónimo ou até ambos, poderá soar a oco. Já “Rancho” é mais melodioso. Uma viagem tranquila, por sonoridades que passam ainda por Andrew Bird, Radiohead, Rufus Wainwright ou Damien Rice. Independentemente dos estilos, a mesma consistência, de uma voz harmoniosa e melódica. “Unready Demo”, para tirar as teimas.
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