vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.

.complaining book: the almost return.

27.12.07
|!| A cena decorre numa grande superfície comercial, na loja de uma conhecida marca nacional, que dispõe aos seus clientes uma panóplia de produtos. Som, imagem, livros, tecnologia… está lá (quase) tudo.


Cliente 1: Boa tarde. Vinha trocar este voucher Rock in Rio (bilhete diário + relógio).
Funcionária: Boa tarde. Nós não trocamos bilhetes.
Cliente 1: Pois… acontece que foi um presente de Natal…


(Funcionário liga a um superior para confirmar…)


Funcionária: Compreendo, mas nós não podermos mesmo trocar. Aliás, foi informada disso no acto da compra.
Cliente 1: Peço desculpa, mas não fui. Não me informaram de nada!
Cliente 2: Olhe que não informaram mesmo! Foi adquirido na minha presença, sem saber que era um presente para mim.
Funcionária: Lamento, mas não pode ser…
Cliente 2: Mas não podem porquê?! Ainda está embalado; o evento ainda não decorreu; têm ali mais à venda e este despacham-no de certeza!
Funcionária: Pois, mas nós não trocamos bilhetes.
Cliente 2: Ok, a vossa política é essa… ora, como eu não concordo, quero o Livro de Reclamações s.f.f.


(Funcionária faz nova chamada…)


Funcionária: Aguardem um momento s.f.f.


(Cerca de 5 minutos depois, os cliente são chamados à parte…)


Gerente: Vamos abrir uma excepção… e trocamos o voucher.
Cliente 2: Olhe, segundo a sua colega, é habitual os clientes serem informados. Acontece que tal não aconteceu… e mesmo que tivesse acontecido, deveriam aceitar a troca na mesma. Além disso, estamos a falar de um espectáculo que ainda está a uns bons meses de distância!


O efeito que três pequenas palavras fazem! Uma funcionária simpática. Dois clientes calmos. Um gerente nervoso. Uma reclamação pacifica. Situação resolvida.
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.méni méri cristas.

23.12.07

|*| Aqui ficam mais algumas propostas para a quadra. Comecemos com uma boa dose de humor, seguida de dois pratos de música, ambos em português. O prato principal, composto pela genialidade de um músico leiriense, seguindo-se-lhe uma novidade, composta por um quarteto da cidade do lis.

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.bad news for christmas.

20.12.07
|*| Lamentavelmente, neste Natal não vai haver Presépio! A Vaca está louca e não se segura nas patas; os Reis Magos não podem vir porque os camelos estão no Governo; o burro está a treinar o clube de futebol com mais sócios em Portugal; a Maria e o José foram meter os papéis pró rendimento mínimo; a ASAE fechou o estábulo por falta de condições e o tribunal de menores ordenou a entrega do menino Jesus ao pai biológico…


Perante tamanho rol de más noticias, aqui fica uma música para a animar. Ah… e já agora: MÉRI CRISTAS ;)

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.?.

18.12.07
|#| “Question Mark” é o nome do mais recente trabalho dos leirienses Kyoto, que pode ser conhecido na próxima sexta-feira, dia 21 de Dezembro, 23h00, no Bar Alpha, Maceira, Leiria. “Coming home”, “Inside”, “Release”, “Get it all”, “Uncurl”, bem como o tema que dá nome ao EP, são alguns dos temas que se poderão ouvir, depois de alguns meses em estúdio


A banda, que se prepara ainda para lançar um novo sitio na Internet, é constituída por Nuno “Rancho” Jerónimo (voz e guitarra), Tiago Domingues (bateria), Marco Varalonga (baixo) e Micael “Micas” Maldonado (guitarra).


Com três anos de “estrada”, tem no seu currículo o primeiro lugar na edição de 2006 do Festival Bandas de Garagem da Golpilheira, Batalha.
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.their back.

18.12.07
|#| Good news para os fãs de Editors, sobretudo os que não puderam assistir ao concerto do Pavilhão do Restelo, no passado mês de Novembro. Dias 2 e 3 de Abril, Lisboa e Porto, respectivamente, vão ouvir Smokers Outside The Hospital Doors, entre muitos outros temas de An End Has A Start, o seu último trabalho.


O ano de 2008 é ainda sinónimo de Rock in Rio. Desta vez EU VOU!
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.good mistakes.

15.12.07

|#| Há lá enganos do catano! Preparados para uma sessão de cinema, para ver a última grande produção de animação, eis que ao levantar os bilhetes, antecipadamente reservados, se lia: “Maldito Fado – Hélder Moutinho”. (Pânico). Fado?!


Bem, já que estamos aqui, bora lá ver…


A belíssima guitarra portuguesa e as violas de fado e baixo começaram por desfilar no início do espectáculo, às quais se juntaram a voz de Hélder Moutinho. Entretanto, chegaram a viola clássica, o acordeão e o percussionista… Uma mistura de sons que, para além do fado, passaram também pelo jazz, numa viagens por várias culturas que fazem parte da história do povo português. Um atrevimento, segundo Hélder Moutinho, nascido no seio de uma família de fadistas.


“São poucos, mas bons” comentou o fadista já no final do espectáculo, que terminou com uma miscelânea de performances individuais. Guitarra clássica, acordeão e percussão ajudaram a aquecer a noite gélida.


É caso para dizer que foi uma valente “ferradela” nos hábitos de consumo norte-americano. Fado é bom e recomenda-se... dos 8 aos 80. Sim, porque para quem pensa que é música de "cotas", os sete elementos em palco eram todos muito novos! Oiça, vai ver que não se arrepende...

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