vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.

Mais por ali do que por aqui

20.4.09
Ao 455º post, anunciou a recente mudança para http://www.jornalices.com/, numa fusão do actual espaço com um outro com o mesmo nome (jornalices). Nem sempre estarei por lá (às vezes por aqui). Logo se vê. Falamos depois...
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Ser(-se) avesso à mudança

26.3.09
É lugar comum dizer que os “portugueses são avessos a mudanças.” Eu, português me confesso. Ontem, tive a oportunidade de assistir à sessão “Comunicação em Tempo de Crise”, inserida na unidade curricular de Seminário, dos cursos de Marketing e Gestão de Empresas (ESTG-IPLeiria), e cujo orador foi João Duarte (youngnetwork). Foi uma hora e picos muito interessante, sobretudo quando o tema é delicado e os interlocutores, a começar pelo orador, são optimistas. Muito poderia dizer, mas registei a frase:

«É mais fácil comunicar em tempo de crise. Há menos ruído porque há mais pessoas/empresas a meterem a cabeça na areia.»

Ou ainda:

«Quando todos forem ambiciosos, tenha medo. Quando todos tiverem medo, seja ambicioso.»

Tudo para dizer que há momentos na vida em que é preciso um misto de prudência e audácia. Ou citando o evangelista Mateus (10, 16): “sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas.”

Neste contexto, alguém – que não eu – considerou que há percursos de vida que merecem ser partilhados. Talvez pense(m) que são úteis para a sociedade.

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Informação é…

25.3.09
Fantástico o vídeo que segue, visto, pela primeira vez, há umas semanas atrás. Hoje, voltei a olhar para ele. Como ouvi recentemente um jornalista dizer, “o importante é tentar ser melhor hoje, do que era à uma semana.” Uma “regra” – dizia – que se aplica em tudo na vida, mas em particular ao jornalismo.

Ensinamentos que importam (re)ouvir, para (re)aprender.

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DN(A) pouco compatível

19.3.09
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«O DN "ocupa hoje na Internet um lugar que não é compatível com o prestígio do jornal", explicou João Marcelino, acrescentando que o objectivo é "chegar ao topo" da lista de sites de notícias mais vistos.»

A curiosidade era grande e, ao que consta, também a ambição. Porém, sobre o remodelado website do diário da Controlinveste, parece-me que saem goradas as expectativas. Esperar tanto tempo para fazer “mais do mesmo” – The New York Times, The Washington Post, El País, Marca (desportivo) – não augura fidelidade por parte dos cibernautas. Para além de uma front page com excesso de informação, temos um scroll demasiado prolongado (e fico-me por aqui).

Como já pude túitar “mais do que falar bem ou mal, interessar-lhes-á que se fale. As visitas iniciais estarão garantidas. Já "fregueses" assíduos, duvido.”

Num período em que são rápidas as mutações na Internet, o novo formato do diário on-line acaba por ser tudo menos novo.
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“J” do futuro

18.3.09
Jornais e jornalistas. Os novos desafios são um tema ao qual tenho estado particularmente atento, sobretudo porque foi o que escolhi para uma tese a desenvolver no final do percurso académico. Curiosamente, muito se tem escrito sobre isso, tanto na blogosfera como na twittosfera. Na maioria, autores preocupados, mas com algum ponta de pessimismo (ou realismo?).

Acabo de ler um diferente, precisamente em sentido inverso.

«(…) acredito nos jornais e no futuro, embora os jornais tenham de oferecer excelência em tudo: impressão e grafismo, mas sobretudo nas histórias escritas e fotografadas por profissionais de excepção. Os leitores vão ao encontro de nomes, de referências, de quem possa atestar por si a qualidade impressa. O jornalismo aos jornalistas.» CARVALHO, Luiz. “Os jornaleiros arautos da desgraça” in Instante Fatal.
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Jornalismo: Novos Desafios

7.3.09
Os processos de recolha, redacção, edição e publicação da informação, sofreram várias transformações ao longo dos anos. Começou por não ser regulado, contou ainda com a censura e actualmente também o jornalismo sofre as consequências da crise económica. Os despedimentos colectivos, por um lado, e a evolução das ferramentas comunicativas, como a Internet, por outro, levam a que actualmente, mais do que nunca, se questione: Quem?, Como?, Para quem? e Para quê? se forma.

Este primeiro parágrafo é um ponto de partida para um trabalho de investigação que estou a desenvolver, no âmbito de uma das unidades curriculares do último ano de Comunicação Social e Educação Multimédia. Por conseguinte, todos os contributos são bem-vindos, sejam de jornalistas, de docentes ou de estudantes (pedro.jeronimo[at]iol.pt).
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