|“| Considera com frequência a rapidez com que se passam e desaparecem os seres e os acontecimentos. A substância, como um rio, está em perpétuo fluir, as forças em perpétuas mudanças, as causas a modificarem-se de mil maneiras; apenas há aí uma coisa estável; e abre-se-nos aos pés o abismo infinito do passado e do futuro onde tudo se some. Como não há-de ser louco o homem que, neste meio, se incha ou se encrespa ou se lamenta, como se qualquer coisa o tivesse perturbado durante um tempo que se visse, um tempo considerável? (in “Pensamentos”)
Notas sobre Leiria depois da devastação da tempestade Kristin (22)
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Comecemos pelo fim. Portugal, 2026: décadas de austeridade. Mas há quem
queira muito mais austeridade! Há que elogiar. A região de Leiria e as
outras regiõ...
Há 1 hora
18.5.07
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