vitamina K
Prescrita para todos os sexos e idades, pode tomar-se a qualquer hora do dia.
Não lhe são conhecidos efeitos secundários.

.pecados e desvarios.

|!| «Não senhor X (repórter de transito no programa “Manhãs da 3”, da rádio Antena 3), a Igreja não é ditadora!»

Ouvia eu esta manhã, como habitualmente, a referida rádio, quando foi lançada para a “praça pública” a temática relacionada com a última posta. Segundo o painel das “Manhãs da 3”, o Cardeal Stafford, Penitenciário-Mor da Santa Sé, disse que «é pecado navegar na Internet, ver televisão, ler jornais, conduzir com excesso de velocidade…» «Ai eu já me fartei de pecar hoje», referia uma das locutoras remexendo em jornais. «Agora é que se vão ver filas intermináveis, à porta das igrejas, com pessoas a quererem confessar-se, porque excederam a velocidade», ria outro. «No mínimo ridículo», acrescento eu!

Pior mesmo, foi o comentário infeliz (mais um), que surgiu depois. O “tal senhor X”, ao dar-se conta da nacionalidade do Cardeal Stafford (norte-americana), lembrou-se de dizer algo do género: «Não foram os EUA que invadiram o Iraque? Não foram os americanos que prenderam um ditador de longa data (Sadam Husein)? Não estará a Igreja a ser ditadora?...»

Provavelmente o painel de ilustres jornalistas, tal como a maioria dos cidadãos, consome aquilo que lhes é dado no imediato. O problema está em não se parar para analisar as coisas para além do instante. «Não há tempo», dizem.

Vem isto a propósito das ilações que tiraram. Certamente que não ouviram o discurso completo do Penitenciário-Mor (eu também não), pelo que é meio caminho andado para se deturparem as coisas.

1º Em tudo na vida é preciso equilíbrio, ou seja, os excessos, independentemente da sua natureza, resultam sempre em consequência nefastas para as pessoas. Neste contexto, NÃO É MAU NAVEGAR NA INTERNET e NÃO É MAU LER JORNAIS… desde que seja feito de uma forma equilibrada. Além de que, e não menos importante, tudo de depende do que se vê e com que intuito se faz.

Olhando em redor, facilmente se nota que as gerações mais novas estão demasiado “agarradas” às novas tecnologias. São dependentes delas e os media são os principais “vendedores” do produto. Como dizia há dias o olímpico Rui Silva, com quem tive a oportunidade de conversar, «as novas tecnologias são necessárias, no entanto, não devem tornar-se uma obsessão».

2º Que raio de associação foi aquela, em relação ao facto de o homem ser norte-americano?! Vamos pôr, novamente, todos no mesmo saco? Agora os cidadãos naturais, ou nacionalizados, dos EUA pagam todos por tabela? Só me ocorre uma palavra: xenofobia!

Conclusão: Se há uma coisa que Deus fez, e que preconiza a Igreja, é que criou o Homem livre. A Igreja não obriga nada nem ninguém. Defende, sim, a Vida, como bem supremo para o Homem. Tudo o que vá contra esse ideal, contribuirá para a sua infelicidade.

Mas enfim, há coisas que não vale pena expressar e/ou rabiscar porque, tudo o que mexe com estas temáticas, não é passível de consenso (nem é para isso). Tenho dito.
1 (im)Pacientes:
Gonçalo

Como sempre estiveste bem e não posso deixar de concordar contigo. Tudo na vida tem de ter moderação.
Alem disso as novas tecnologias tambem servem e devem servir para evangelizar.


(im)Pacientes


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