vitamina K
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.pelo mundo do futebolês.

|DESPORTO| Esperei uma semana para rabiscar aqui qualquer coisa, relacionada com a derrota do actual campeão nacional frente ao seu eterno rival. Acontece que o clube aqui da cidade do Lis, resolveu seguir as pisadas dos leões e aplicar também “chapa 3” aos pupilos de Ronald Koeman.

1. Quanto ao jogo de há uma semana, o único que vi, apenas digo que foi justo. Inclusivamente ao intervalo, o 1-0 não me convencia. Era injusto para os comandados por Paulo Bento. No entanto, com a segunda parte veio a “justiça no marcador”. Como o Benfica jogou zero, ou seja, nada, parabéns aos verde-e-brancos.

Apenas lamento os comentários demasiadamente prepotentes do guarda-redes Ricardo, ao afirmar que não estava contente, porque poderia ter saído do Estádio da Luz com 6/7 golos marcados. É bom que tenha cuidado, porque qualquer dia ainda é “obrigado a engolir” aquilo que disse… Atitudes que possam incitar à violência verbal de dirigentes, atletas e adeptos, são sempre de evitar. O Desporto agradece.

2. Em Leiria, os intervenientes foram os mesmos, tal como o resultado. O Benfica de um lado e os 1-3 do outro. Pelos ecos que me chegaram deste jogo, houve um herói – Costinha. Não vi o encontro, mas, recuando uma época, recordo-me do Benfica x U. Leiria. Com Helton a titular em praticamente todos os jogos de 2004/05, coube ao português substituir brasileiro devido a lesão. Costinha foi simplesmente enorme, rubricando uma exibição de luxo!

Aquele mesmo palco em que desfilou, durante algumas épocas, o “senhor das redes”: Michel Preud´Homme. Quem não se recorda do melhor guarda-redes dos 100 anos do clube encarnado? Aquele que fazia defesas impossíveis? Foi dele que me lembrei quando vi Costinha ser bombardeado, durante 90 minutos, pela armada benfiquista. Só não conseguiu parar um cabeceamento de Mantorras, que fez empate (1-1) já nos descontos. Mas se não fosse o português, a U. Leiria teria saído humilhada do Estádio da Luz com uma goleada histórica.

Na última jornada, parece que o numero “1” leiriense voltou a fazer das suas e a contribuir, da melhor forma, para um resultado positivo. É importante não esquecer que este ano descem quatro equipas para a Liga de Honra e, por isso, nesta altura todos os pontos são preciosos.

3. Como ouvia hoje na rádio, não são os “grandes” que estão mais fracos, mas sim os mais pequenos que se agigantam. A U. Leiria é disso exemplo. Começou por reduzir, o já de si reduzido, orçamento, ou seja, estabilizar as finanças. Seguiu-se um mau começo da Liga, mas com a entrada do treinador Jorge Jesus, a equipa ganhou outro fôlego. Com dois ou três elementos a transferir no final da época, João Paulo, Fábio Felício, Harison e porque não Costinha, são sérios candidatos à saída, os cofres leirienses "respirarão" melhor. O V. Setúbal (apesar de tudo), Nacional e Sp. Braga são outros exemplos de boa gestão financeira e desportiva.

Resumindo e concluindo, a Liga está ao rubro (com o empate, esta noite, entre o Porto e Braga). À semelhança da última época, vai haver campeonato até ao fim, quer no topo quer na cauda da tabela. Para quem acha que o campeonato português não é competitivo, sugiro uma consulta às classificações dos principais campeonatos europeus e verificar a diferença pontual entre os primeiros.
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